domingo, 13 de fevereiro de 2011

Biquínis para cada tipo de corpo

Nós mulheres erramos muito em que tipo de biquíni usar, acabando deixando o corpo mais quadrado, mais redondo, mais cheinho isso não é legal NE gente? Para ficar legal temos que achar um biquíni que valorize nosso corpo e não um que deixe com um quadril enorme e um busto minúsculo certo?

Para começar vamos falar na moda de 2011. Em 2011 os biquínis estão com a parte de baixo largas para valorizar a cintura e com cores belíssimas.

Para um corpo com muito quadril e muito busto:

Aconselho um biquíni tomara que caia e embaixo de amarrar dos lados( para pessoas que gostam de se sentir segura aconselho que a parte de cima seja de amarrar) como este:

Para um corpo com muito quadril e busto médio:

Use um biquíni volumoso encima e na parte de baixo um biquíni simples como este:

Para o corpo magro com busto médio e pouco quadril:

Eu aconselho um biquíni tomara que caia liso em cima e uma parte de baixo estampada simples como este:

Para um corpo mais cheinho com muito busto e quadril:

Aconselho uma parte de cima grande e uma parte de baixo também com poucas cores como este:

Para senhoras de idade:

Aconselho parte de baixo grande e a parte de cima também grande como este:

Para um busto médio, quadril médio e bumbum grande:

Aconselho um biquíni na parte de cima volumoso ou com bojo para dar  impressão que seu busto é maior, na parte de baixo vocês podem usar tanto o biquíni de amarrar dos lados ou o que ta na moda de 2011 que são os mais grossos dos lados. Segue abaixo alguns modelos:

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Dicas para ter unhas perfeitas!

De que adianta estar bem vestida, perfumada e toda bonitona se suas unhas estão feias?
Elas são tratadas como coadjuvantes para muita gente, mas tem um peso enorme, principalmente no quesito higiene!
Fazer a unha não é apenas tacar um esmalte por cima de tudo e esperar secar!
Se você não tem tempo ou não tem paciência, vá à manicure, agora se você tem, tem uma coisa que descobri que faz toooda a diferença!
Sabe quando suas unhas estão cheias de ondinhas, nunca ficam com a superfície reta, e quando passamos o esmalte fica bem evidente?
Isso pode ser resolvido com este tipo de lixa polidora aqui:

polidor

Custa uns 2,00 em qualquer perfumaria, e é bem fácil: tem quatro lixas; você começa lixando em cima de cada unha com a parte mais áspera, depois vai para a outra lixa um pouco menos áspera, e assim por diante até chegar na mais fina.
Tipo assim ó:

unhas1

Pode lixar com uma certa força, porque vai tirar também quaisquer manchas de esmaltes vermelhos que tenham ficado "impregnadas" nas suas unhas.
Fica branquinha, lisinha e brilhante! Qualquer esmalte fica perfeito!
Ela também impermeabiliza as unhas, deixando-as mais fortes!
Outra coisa muito importante: não passe esmaltes sem passar primeiro uma base, justamente para nutrir as unhas e evitar que fiquem manchadas!
Vocês sabiam que esmaltes cintilantes enfraquecem as unhas? Olha a importância de usar uma base antes!
Usar creme de mão também dá muita diferença, porque hidrata as cutículas e elas ficam invisíveis!
O creme luvas de silicone da avon é maravilhoso, e bem barato:

luvasdesilicone

Experimentem e verão a grande diferença que faz, fica parecendo até que você está de unhas postiças, fica perfeito!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Como arrumar a bagunça da sua vida em 9 passos

Um ambiente bagunçado é sinônimo de estresse para muitas pessoas. Embora haja quem goste de desorganização, para a maioria de nós um ambiente limpo, organizado e minimalista passa uma sensação de paz de espírito que gera uma energia muito positiva.
Não há nenhuma relação direta nisso, mas o cérebro parece criar uma conexão entre um ambiente organizado e uma calma interna. Da mesma maneira, quando estamos em um local bagunçado, cheio de tralhar por todos os lados, nossa mente parece entrar em frenesi e não produz direito.
Querer controlar tudo não é um caminho inteligente. Não devemos ficar demasiadamente apegados a ideia de manter absolutamente tudo em ordem. Limpar a bagunça e retirar as tralhas do caminho, no entanto, não só pode como deve ser feito. Será bom para sua mente, para o seu bolso e até para a sua saúde.
Veja algumas dicas para limpar a área e, consequentemente, a mente.

1. Não tenha pena de jogar fora

Nós acumulamos muitas coisas porque temos pena de jogar fora. Pensamos que um dia poderemos precisar daquilo ali, mesmo que esteja no mesmo canto há anos sem utilidade nenhuma.
A primeira regra para quem quer limpar a bagunça da casa ou do escritório é perder esse receio de jogar coisas fora.
Lembre-se de que você pode comprar outra se vir a precisar no futuro, mas é pouco provável que necessite. Se o item está ali há tanto tempo, é porque não serve mais a você.

2. Digitalize o máximo que puder

Vivemos em uma época abençoada para quem não quer guardar tralha. Podemos digitalizar muitas coisas que antes ocupavam demasiado espaço: discos, fotos, livros, documentos, notas fiscais. Podemos substituir também diversos aparelhos por aplicativos de computador.

3. Livre-se dos papéis

Papel é uma das piores coisas para quem quer se livrar da bagunça. Eles parecem pipocar de todos os cantos e vão se acumulando como se por vida própria em nossas mesas e gavetas.
Para livrar-se dos papéis, crie alguns novos hábitos:
  • Recuse-se a pegar panfletos e outros papéis promocionais que lhe oferecem nas ruas
  • Rasgue propaganda que chega pelo correio e mande para o lixo antes mesmo de entrar na sua casa
  • Coloque as contas que puder em débito automático
  • Desative o recebimento de informações em papel que podem ser enviadas por e-mail
  • Digitalize suas contas, notas fiscais e outros documentos
Os papéis que sobrarem, aqueles que realmente precisam ser guardados, devem ir para uma pasta. Essas pastas devem ser organizadas, etiquetadas e colocadas em um local fora da vista, como dentro de gavetas ou armários fechados.

4. Livre-se da bagunça aos poucos

Procrastinamos a tarefa de limpar a bagunça porque parece ser muito doloroso. Já pensou ter que se livrar de todas as coisas inúteis na sua casa inteira?
A dica é dividir para conquistar.
Arrumar apenas uma gaveta já não parece ser tão doloroso. Então faça isso.
No dia seguinte, passe para uma prateleira. E depois outra gaveta.
Logo logo você vai ter varrido a casa inteira sem aquela sensação de sobrecarga.

5. Oculte os fios

Fios, acessórios, objetos e tudo o mais que pude ser ocultado deve ser escondido. Deixá-los à vista não traz nenhum tipo de benefício, enquanto que os esconder pode contribuir para a sensação de paz mental sobre a qual falamos no início do texto.

6. Tire tudo do canto e coloque de volta só o essencial

A maneira mais eficiente de limpar a bagunça de uma gaveta ou uma prateleira é tirar tudo de dentro dela, empilhar e colocar de volta só o essencial.
Vá processando a pilha item a item, perguntando-se se aquele é realmente um item essencial que mereça ocupar um espaço dentro da sua casa.

7. Crie a Caixa do Talvez

Separe uma caixa grande e a etiquete como A Caixa do Talvez, com a data do dia da limpeza.
Como você deve ter adivinhado, irão para essa caixa todos os items sobre os quais você não tem certeza se deve jogar fora.
Coloque-os nessa caixa. Ao final da limpeza, feche a caixa e guarde em um local que não fique à vista.
Marque na sua agenda para revisar a caixa 6 meses depois. Se você não precisou de nada ali, é porque já pode jogar fora esses itens sobre os quais antes pairava algum tipo de dúvida.

8. Um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar

Defina qual o lugar de cada item que restar. Assim, quando você usar, já saberá onde colocar de volta.
Isso contribui não apenas com a organização, mas também elimina aquela grande perda de tempo de ficar buscando algo pela casa toda, sem saber onde está.

9. Faça o bem com sua tralha

Tudo o que você for jogar fora pode ser reutilizado.
Os papéis podem ser reciclados.
Os itens de que você não precisa mais devem ser doados.
O que é tralha para você pode ser objeto de satisfação para muita gente. Ajude-se ajudando os outros!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O dia em que as capas de revista começaram a se mexer

Se você pensar bem, não tem absolutamente nada de novo nessa idéia, é apenas a junção de 1 com 2. Mas a Marie Claire lançou em dezembro de 2010 o que vem a ser a primeira capa em movimento da história. É com a atriz Emma Watson e basicamente o que ela faz é ficar na posição que marcaria a capa da foto, só que está em vídeo e se mexe um pouco. É um pequeno passo para uma capa de revista, um grande passo para a indústria das publicações! (Via Marcelo Castelo no Mobilepedia)

Assista o video

Facebook tem + pageviews que os outros 99 sites + visitados… juntos!

O Facebook bateu a casa dos 500 milhões de usuários recentemente e já chegou aos 600 milhões, segundo o Google/Doubleclick em sua lista dos 100 sites mais visitados do mundo. É sem dúvida um número assombroso, mas se você olhar a lista pelo número de visitantes, outros sites chegam bem perto como o YouTube (500 MM) e o Yahoo (410 MM). Portanto, é espantoso o número de visitantes do FB, mas não chega a ser um disparate… até que você olha o número de páginas vistas (pageviews). Olhando por este ângulo, o FB ENGOLE todos os seus concorrentes de maneira impressionante. Ele tem, simplesmente, mais pageviews do que TODOS os demais sites da lista dos 100 mais visitados JUNTOS. Eu fiz uma brincadeira com a lista e montei o gráfico abaixo. O azul é, claro, o Facebook. (Via Marcelo Albagli).

facebook_pageviews

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Quanto custa CONTAR PESSOAS?

Como saber quantas pessoas moram no Brasil? Contando, é simples. E parece ser caro também. A China, o Brasil e os Estados Unidos fizeram seus censos em 2010. Mas me diga uma coisa, quanto custou essa brincadeira?

País População Custo Total Custo por Pessoa
CHINA 1300 milhões ¥8 bilhões R$1,50
BRASIL 189 milhões R$1,6 bilhões R$8,40
EUA 300 milhões US$11 bilhões R$62

mutidao

Crie o seu Fundo de Reserva pessoal, e encare a vida com mais opções

Fundo de Reserva é um montante mantido à parte, sempre disponível para cobrir despesas extraordinárias, emergenciais ou imprevisíveis. Toda pessoa ou família pode ter um fundo de reserva, mas para formá-lo é necessário aplicar mensalmente uma parcela do orçamento, e fixar critérios no que diz respeito ao seu uso e manutenção.

MoneyMattress

Ter um Fundo de Reserva, ou Fundo de Emergência, seja ele pessoal ou familiar, é uma providência relativamente cara (tanto no sentido financeiro quanto no econômico), mas cujo valor aparece claramente não apenas nas emergências: dispor de reservas prontamente acessíveis acrescenta muita tranquilidade e facilita decisões que seriam muito mais sofridas se você estivesse, como tantas pessoas, sempre a não mais do que um contracheque de distância da ausência de opções.

Em especial, ao estudar ética no trabalho e as questões relacionadas ao assédio moral, percebe-se que a presença de um fundo de reserva aumenta a chance de o funcionário recusar-se a ser co-partícipe destes comportamentos, pois pode encarar melhor a possibilidade de a opção pela ética acabar prejudicando a sua continuidade na posição atual.

Em um artigo anterior sobre a preparação para o recrudescimento da situação do mercado de trabalho nesta crise global que atravessamos (“Segurando seu emprego, ao mesmo tempo em que se prepara para o caso de ser demitido“), a questão dos fundos de reserva também foi abordada, pois é óbvia a relação entre as duas questões.

Mas, em meio à crise, será que é a hora certa de começar um Fundo de Reserva?

Não, na verdade a hora certa seria antes da crise, se você soubesse que ela viria. Mas deixar de iniciar uma medida preventiva só porque já estamos em uma crise é um argumento que se sustentaria bem melhor se soubéssemos que já chegamos ao fundo do poço – e raramente é o caso.

Não sabemos se a crise atual vai se agravar, nem quanto tempo vai durar. Não sabemos quanto tempo após seu término chegará a próxima. Medidas preventivas são difíceis a qualquer tempo, e só são efetivamente apreciadas na hora de fazer uso delas.

Começando o seu Fundo de Reserva

Manter um fundo de reserva é relativamente simples, mas começá-lo envolve decisões complicadas – tanto no aspecto motivacional, quanto no da efetiva implementação.

Em especial, é necessário antes saber diferenciar o que é consumo, o que é investimento e o que é um efetivo Fundo de Reserva. A idéia essencial de um Fundo de Reserva é que ele esteja disponível para uso imediato, e por isso precisa ser mantido em alguma aplicação com alta liquidez e baixo risco, o que geralmente conduz também ao baixo rendimento. Ter um imóvel, outro bem ou qualquer investimento que não possa ser convertido em dinheiro rapidamente não constituem bons fundos de reserva, embora possam ser opções de investimento.

Por outro lado, possuir o imóvel onde se mora, um carro ou outro bem que esteja em uso em geral se classifica muito mais como consumo do que como investimento (embora dê alguma segurança), e fica longe de ser um Fundo de Reserva, a não ser que seu uso seja completamente supérfluo (e você possa abrir mão de um dia para outro), e a liquidez dele no mercado seja alta e permanente – o que é raro, especialmente em crises.

Mas guardar moeda corrente em casa (alternativa de altíssima liquidez) geralmente é inseguro e obriga a abrir mão até mesmo das baixas taxas de remuneração que as instituições oferecem a quem quer guardar dinheiro mantendo a liquidez. Portanto, após decidir implantar o fundo, a sua primeira decisão importante deve ser onde guardá-lo, equilibrando o interesse em segurança, em manter a atualização monetária, e em liquidez. Para um exemplo: Fundos de Reserva de condomínios usualmente são aplicados em cadernetas de poupança e similares de instituições consideradas sólidas, abrindo mão de rendimentos superiores em prol da segurança e disponibilidade imediata.

crise-na-economia

A segunda decisão importante é a definição de quanto se deseja vir a ter no Fundo de Reserva, quando ele estiver completo. Devido ao aspecto motivacional, o ideal é definir um plano escalonado, com uma meta para 6 meses, outra para 1 ano, e outra para o final do segundo ano, por exemplo. As metas devem considerar a sua capacidade de gerar poupança, seja pela ampliação da receita pessoal (geralmente mais difícil), pela redução de despesas (menos difícil) ou pelo redirecionamento do que seria aplicado em outros investimentos (mais fácil).

Um possível plano de metas pode ser: em 6 meses ter o suficiente para pagar um mês de suas despesas integrais, ao final do ano ter o equivalente a um mês e meio de seus rendimentos integrais reais, e ao final do segundo ano ter capacidade de quitar todos os seus débitos (aluguéis, prestações, financiamentos, mensalidades, etc.) pendentes por 2 meses, e ainda ficar com um saldo disponível equivalente a 2 meses de rendimentos integrais e livres – o que daria um bom fundo de reserva para manter abertas suas opções após emergências. A literatura especializada usualmente define como valor final um total equivalente a 6 a 8 meses de seu rendimento mensal, mas sinta-se livre para considerar se após 2 ou 3 meses você não terá condições de tornar líquidos outros investimentos de maior rentabilidade em que poderá empregar estes recursos adicionais.

E note que as medidas podem ser tomada simultaneamente em 2 sentidos: ao mesmo tempo em que se amplia a poupança, pode-se buscar reduzir conscientemente o número de compras parceladas e financiamentos que se inicia, por exemplo.

E aí chegamos à terceira decisão importante, potencialmente a que tem maior impacto sobre a motivação, e a que envolve mais disciplina: quanto poupar por mês. Só você pode avaliar do que abrir mão, quanto desviar de outras aplicações, ou se é possível ampliar a renda mensal. O valor escolhido deve corresponder ao plano de metas, naturalmente.

Considerando a disciplina e a motivação, caso a fonte do fundo de reserva seja a redução de despesas supérfluas, pode fazer sentido realizar os depósitos semanalmente, em quantias menores, mesmo que os seus rendimentos sejam mensais. Você verá o bolo crescer, e cada depósito individual vai doer menos no bolso. Se você tiver problemas de disciplina, muitos bancos oferecem planos de transferência automática mensal para uma série de planos de capitalização (que em geral não são ótimos investimentos), e aí a mordida será automatizada: todo mês, após o salário pingar lá no fundo da conta corrente, uma parcela vai para a reserva. Mas faça com que esta conta de destino seja exclusiva para o fundo de reserva – misturar todos os fundos em um saldo comum não é bom para a disciplina, e nem para a motivação.

Depois de decidido, coloque em prática!

Nenhum plano vale nada se não for colocado em prática e mantido. Se você decidir, faça os sacrifícios necessários e busque constantemente as metas definidas. Ao final do prazo, você terá alcançado o valor desejado e, o que é melhor, poderá ter desenvolvido uma rotina de poupança que poderá ser canalizada a outros investimentos mais rentáveis, ou à aquisição de bens que sejam de seu interesse.

Em especial, saiba também quando chega a hora do movimento contrário: o fundo de reserva está lá para emergências, e não necessariamente apenas para algum momento em que você se veja privado de suas fontes de receita. Uma manutenção inesperada (e emergencial) no carro ou na casa podem ser bons motivos para fazer uso dele – o que deve também colocar em operação um novo plano de metas para recompô-lo.